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Evangelho do dia

Sexta-feira, 14 de Agosto de 2026

Mateus 19,3-12

Aleluia, aleluia, aleluia.

Acolhei a Palavra de Deus não como palavra humana, / mas como mensagem de Deus, o que ela é, em verdade! (1Ts 2,13) – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 3alguns fariseus aproximaram-se de Jesus e perguntaram, para o tentar: “É permitido ao homem despedir sua esposa por qualquer motivo?” 4Jesus respondeu: “Nunca lestes que o Criador, desde o início, os fez homem e mulher? 5E disse: ‘Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’? 6De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe”. 7Os fariseus perguntaram: “Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e despedir a mulher?” 8Jesus respondeu: “Moisés permitiu despedir a mulher por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início. 9Por isso eu vos digo, quem despedir a sua mulher – a não ser em caso de união ilegítima – e se casar com outra comete adultério”. 10Os discípulos disseram a Jesus: “Se a situação do homem com a mulher é assim, não vale a pena casar-se”. 11Jesus respondeu: “Nem todos são capazes de entender isso, a não ser aqueles a quem é concedido. 12Com efeito, existem homens incapazes para o casamento porque nasceram assim; outros, porque os homens assim os fizeram; outros, ainda, se fizeram incapazes disso por causa do Reino dos Céus. Quem puder entender, entenda”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Jesus Cristo apresenta e justifica a razão de ser de duas vocações cristãs: o ma-trimônio e o celibato. Quem optar pelo matrimônio, deve estar consciente de que é um elo indissolúvel. O que Deus uniu, o ser humano não separe, mostrando o valor do sacramento do matrimônio e a importância de tomar a decisão com plena consciência e fortes motivações ligadas ao amor entre homem e mulher. Os que optam pelo celibato, como os sacerdotes e consagrados, também devem fazê-lo com consciência e tendo em vista uma causa maior: o Reino dos Céus.