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Evangelho do dia

Sábado, 07 de Novembro de 2026

Lucas 16,9-15

Aleluia, aleluia, aleluia.

Jesus Cristo, Senhor nosso, / embora sendo rico, para nós se tornou pobre, / a fim de enriquecer-nos / mediante sua pobreza (2Cor 8,9). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 9“Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas. 10Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas grandes. 11Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem? 12E se não sois fiéis no que é dos outros, quem vos dará aquilo que é vosso? 13Ninguém pode servir a dois senhores, porque, ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro”. 14Os fariseus, que eram amigos do dinheiro, ouviam tudo isso e riam de Jesus. 15Então Jesus lhes disse: “Vós gostais de parecer justos diante dos homens, mas Deus conhece vossos corações. Com efeito, o que é importante para os homens é detestável para Deus”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Ao comentar a parábola do administrador infiel, Jesus retoma a questão da fidelidade e da importância das escolhas de fundo na vida do cristão, assim como a ênfase na pobreza e no desapego. Segundo o Evangelho, as riquezas humanas são injustas, não porque sejam más em si, mas porque desviam o ser humano da verdadeira riqueza, tema desenvolvido em Lc 12,13-33. Jesus deixa claro que é impossível servir ao Reino e ao dinheiro (dois senhores), pois são incompatíveis, regidos por lógicas diferentes. Enquanto o dinheiro individualiza e escraviza, o Reino promove a igualdade e a justiça, unindo todas as pessoas e povos. O cristão não pode acumular, ter mais do que o necessário, pois essa atitude conduz a que outros sejam privados do mínimo necessário.