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Evangelho do dia

Sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Marcos 7,31-37

Aleluia, aleluia, aleluia.

Abri-nos, ó Senhor, o coração / para ouvirmos a Palavra de Jesus! (At 16,14) – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 31Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galileia, atravessando a região da Decápole. 32Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. 33Jesus afastou-se com o homem para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e, com a saliva, tocou a língua dele. 34Olhando para o céu, suspirou e disse: “Efatá!”, que quer dizer: “Abre-te!” 35Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade. 36Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. 37Muito impressionados, diziam: “Ele tem feito bem todas as coisas: aos surdos faz ouvir e aos mudos falar”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Segundo os profetas do Antigo Testamento, um sinal claro da chegada do Messias era o fato de os surdos ouvirem e os mudos falarem. Não há dúvida, portanto, de que Jesus é o Messias esperado. Jesus pede que os presentes não espalhem essa boa notícia, não por vergonha ou medo, mas porque ainda não chegou a sua hora. Até lá, há muito por fazer, e o melhor é continuar sua ação sem a interferência dos líderes invejosos e mal-intencionados da época. Os gestos descritos por Marcos para Jesus realizar a cura são carregados de simbologia. De fato, não era preciso toda essa série de sinais para ele realizar um milagre, mas tais gestos são pedagógicos: remetem ao batismo e aos efeitos que esse sacramento de iniciação cristã tem na nossa vida, tirando-nos do mundo e abrindo nossos olhos, boca e ouvidos para a novidade do Evangelho.