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Evangelho do dia

Quarta-feira, 11 de março de 2026

Mateus 5,17-19

Glória a Cristo, Palavra eterna do Pai, que é amor!

Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; / só tu tens palavras de vida eterna! (Jo 6,63.68) – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 17“Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18Em verdade eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra. 19Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

O Novo Testamento não representa uma ruptura com o Antigo, mas sim uma continuidade que leva à plenitude. Portanto, Jesus Cristo não veio para abolir o caminho feito pelo povo ao longo de séculos, quando Deus se revelava aos poucos, lentamente, através dos patriarcas e dos profetas. Veio, sim, para levar à perfeição essa revelação, mostrando-se por completo. O Deus invisível se torna visível, o Deus que se revelou através da palavra agora se revela através da imagem, assumindo um corpo humano. Jesus é a revelação plena do Deus Uno e Trino, e como tal exige do povo obediência e fé perfeitas, praticando a Lei que agora assume nova forma: a do Evangelho. Antigo e Novo Testamento, portanto, formam uma unidade, pois apresentam a totalidade do plano divino da salvação, que exige a fé como resposta e sinal de adesão humana a tal projeto. Se olharmos para a nossa vida hoje, quanto do Evangelho é refletido nela? O referencial para nossas ações, relações, educação, trabalho, convívio, e assim por diante, são os valores evangélicos e a mensagem de Jesus, ou nos guiamos por outras leis?